O processo de certificação exige a avaliação de diversos critérios, como rampas, corrimãos e sinalização adequada. Obter a certificação ajuda as organizações a cumprir exigências legais, evitar penalidades e fortalecer sua reputação no mercado, além de proporcionar melhor experiência ao usuário, maior inclusão social, ampliação do público atendido e fortalecimento da marca.
Para conquistar a certificação, é necessário realizar uma avaliação detalhada do ambiente, identificar barreiras existentes e implementar medidas corretivas com o apoio de profissionais especializados, garantindo conformidade com as normas estabelecidas. A avaliação abrange a acessibilidade arquitetônica, a acessibilidade comunicacional, o uso de tecnologia assistiva e a disponibilidade de recursos de apoio — assegurando que todos possam utilizar plenamente o ambiente, produto ou serviço.
Empresas, órgãos públicos, instituições de ensino e estabelecimentos comerciais podem solicitar a certificação para demonstrar seu compromisso com a acessibilidade e a inclusão. No Brasil, esse processo está relacionado à Lei Brasileira de Inclusão (LBI) e às normas técnicas NBR 9050 e NBR 16537.
A certificação não é permanente: as organizações precisam realizar avaliações periódicas, identificar novas necessidades, implementar melhorias contínuas e acompanhar as atualizações regulatórias, garantindo que o ambiente, produto ou serviço permaneça acessível ao longo do tempo.